O ativo mais transversal do portfólio da Neofarma — aparece em séruns de consultório, filtros solares, seladores, cremes clareadores e peelings. É o fio condutor da linha anti-melasma e está presente em produtos de home care e consultório simultaneamente.
Mecanismo de ação
O TXA é um análogo da lisina que inibe a plasmina. Na pele, isso gera dois efeitos:
Anti-melanogênico: A plasmina ativa a prostaglandina E2 nos queratinócitos, que por sua vez estimula melanócitos. Ao inibir plasmina, o TXA reduz a sinalização pró-melanogênica. Em formulação lipossomada, o TXA penetra a derme via microcanais e induz autofagia da melanina em fibroblastos e macrófagos — degrada melanina já depositada na derme (melasma dérmico).
Anti-inflamatório vascular: A inibição de plasmina reduz a angiogênese — particularmente relevante no melasma, onde vasos dérmicos sustentam a pigmentação. Esse mecanismo complementa o clareamento direto.
Formas farmacêuticas na Neofarma
Forma
Veículo
Penetração
Uso
TXA Lipossomado
Lipossomas
Dérmica (via microcanais)
Consultório — drug delivery
Nano TXA
Nanossomas
Dérmica (liberação gradual)
Consultório — peelings
TXA base
Solução/creme
Epidérmica
Home care, filtros
A forma lipossomada é a mais relevante clinicamente — os lipossomas protegem o TXA (que é hidrossolúvel e tem absorção limitada em pele intacta) e permitem penetração dérmica quando combinado com criação de microcanais (microagulhamento, eletroporação, laser).
Trombose venosa ou arterial ativa — o TXA é antifibrinolítico, pode agravar estados trombóticos (uso sistêmico). Em uso tópico o risco é mínimo, mas avaliar histórico.
Não há contraindicação em gestantes para uso tópico (diferente do uso oral).
Atualizações
Data
Mudança
2026-04-07
Criação da página com mapeamento completo do TXA no portfólio